quinta-feira, 23 de junho de 2011

Dias 16 e 17 de Junho

Após o nosso maravilhoso passeio por Brugges e Bruxelas, capital da Bélgica, partimos cedo no dia seguinte 16/06/11 para Nantes (França), próximo destino da nossa viagem e nossa base para o três dias de Hellfest.
Nos instalamos no hotel e logo percebemos que o mesmo, até agora foi o mais agradável no qual nos alojamos. Possuía estacionamento externo logo ao lado, bar na recepção e uma bonita piscina, que infelizmente não pudemos usar, pois o tempo ficou fechado nos dias que lá passamos.
No dia 17/06/11 tomamos café da manhã o mais cedo possível e partimos para Clisson, local do festival e que fica a uns 30 minutos de carro de Nantes. Chegamos cedo para nos ambientarmos com o local dos shows, comermos e para variar fazermos algumas compras. Perdemos os primeiros shows das bandas mais desconhecidas, mas isso já estava nos planos. Eu particularmente adotei uma linha diferente de Carlos e Claudinho, que foi a de não dar muita bola para os shows das bandas que já havia assistido nos outros festivais. Dito isto, então o primeiro show que eu assisti foi do grande Krisiun, que representou com muita honra o metal nacional e botou a francesada para bangear, fechando o seu set com Kings of Killing. Um detalhe interessante que nós percebemos nos primeiros minutos no local do festival foi que o público do Hellfest, de uma forma geral é mais jovem que o público do Sweden Rock Festival por exemplo. Outro detalhe que nos chamou atenção foi a grande presença de bandeiras dos mais diversos países nos shows.
Claudinho e Carlos foram assistir o Alter Brigde, concluindo que a banda é boa, mas o diferencial é vocalista, que também canta na banda do Slash.
O show seguinte a que assisti foi o The Cult. O repertório misturou um pouco o material mais recente com clássicos mais antigos. Uma pena que não tocaram Revolution e Eddie Ciao Baby. Destaques para Sweet Soul Sister, Sanctuary e Love Removal Machine que fechou a apresentação. Em seguida foi a vez do The Exploited no palco principal 2, que vez um dos shows mais agitados de todo o festival, onde eu vi se abrir uma das maiores rodas, tendo como ponto principal da sua performance Fuck the USA!
Novamente Claudinho e Carlos foram assistir outra banda, neste o caso o Down, que foi basicamente igual ao show da Suécia, com um poucomais de energia.
Na sequência optei por ver o show do Vader, banda que não conheço nada, que tocou na tenda Rock Hard e que me surpreendeu muito positivamente com seu black metal virulento e empolgante. Foi nessa hora também que eu percebi o problema que nos traria a terra do festival, que na hora das rodas levantava uma poeira terrível que impregnava nos olhos e na garganta principalmente.
"Fechando" o primeiro dia do Festival, vi a histórica apresentação de Iggy Pop And The Stooges, que contou com uma presença de palco impressionante de seu vocalista, que não deixou de sair do palco sem antes mostrar a bunda no telão. Nos shows seguintes, escolhi assistir o Morbid Angel e o Possessed. O primeiro animou a galera com seu brutal death metal, mas acho que já pegou a galera meio cansada, já o segundo me levou de volta a tenda Rock Hard, local da poeira, mas valeu bastante pois o show foi bem legal, o que me fez me prometer procurar pesquisar melhor o repertório da banda na internet. Agora não me lembro bem o nome do seu vocalista, mas foi muito emocionante vê-lo arrebentando no show. Lembrando que o mesmo anda de cadeira de rodas, após ter sofrido um grave acidente. Por último fui assistir o Mayhem, mas não aguentei,
achei o show muito chato, parece uma missa negra, com um som até certo ponto baixo e com vocais que parecem imitar um vampiro, fui embora e nessa hora encontrei com o Carlos e acabei vendo o final do In Flames...Léo.
Onde o mesmo me afirmou que Clutch foi foda demais, o Rob Zombie foi igual ao da Súecia e o Claudinho que estava
afim de ver o In Flames, descreveu um show muito foda, com fogos, luzes e outras coisas a mais, fechando a noite de
forma magistral.

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